Antes de tecer meus comentários preciosíssimos e altamente filosóficos sobre essa prática esportiva altamente difundida neste país tropical e bonito por natureza, quero esclarecer que no “artigo” abaixo talvez não tenha ficado claro mas citei 22 jogadores (20 que correm atrás da famigerada bola e 2 que ficam lá, como babacas, esperando por ela). Enfim, acho que consegui me fazer entender.
Vou tentar não fugir muito do assunto desta vez. Quero publicamente confessar que já estou dando a mão à palmatória. Meu querido amigo Dri (vulgo Adriano Barcelos) me convenceu que o homem que não gosta de futebol tem o pezinho na bichisse (ou bichice – disso eu faço questão de nunca entender). Pensando bem, até que ele não está totalmente errado. Nunca namorei ninguém que não gostasse de futebol, ou melhor, não só gostavam como deliravam e babavam em frente à televisão ou gastando o incomensurável vocabulário sobre o assunto. Confesso que muitas vezes preferia ser uma reles “partida de futebol” do que ser eu mesma. Talvez assim teria tido mais atenção. Lembrei agora que a minha afirmação anterior não é uma verdade absoluta (é juris tantum). Conheci, sim, um regazzo que não gostava de futebol, mas também não era muito chegado em outras coisas (não vou citar o nome do rapaz – jamais faria isso com o Luís Fernando). Isso reforça ainda mais a teoria do Dri. Mas se alguém quer saber se torço para o Inter ou Grêmio, o que tenho a responder é que utilizo a mesma regra que utilizaria numa suposta rinha entre os detestáveis chuck norris e steven seagal. Aceito as explicações mas continuo não entendendo. Mas como não entendo muitas outras coisas, talvez porque minha capacidade de entendimento seja muito restrita, só me resta aceitar e, quiçá, entre uma sopa de capeletti e um vinho, eu dê uma olhadinha no jogo de futebol desta quarta-feira (aposto que isso ficou bem claro!).